Esperei até o cair da noite na nova mansão.
Estendi a mão, como se pudesse desenhar o contorno dos arranha-céus e a silhueta daquele homem distante. A escuridão da noite envolvia tudo, e o vidro da janela refletia meu rosto exausto.
Era como se eu já soubesse de antemão qual seria o desfecho, mas simplesmente não conseguia me desprender.
O ponteiro do relógio se moveu lentamente até marcar meia-noite. O som abrupto do celular cortou o silêncio.
[Ana, os policiais cercaram a Mansão à beir