Eu o observei com um sorriso.
— Tudo bem, tudo bem, eu acredito.
Os olhos de Bruno pareciam repentinamente ardentes.
A sua Ana não deveria ser assim.
A sua Ana deveria ser aquela que o esperava todos os dias, que só o olhava e não via mais ninguém.
Deveria se aproximar dele com cautela e timidez, provocando ele de maneira ardente e ousada. Mas não era isso que acontecia agora; ele sentia que a distância entre eles era como um abismo intransponível.
— Você disse que me daria uma chance, por qu