No coração de Bruno, a Mansão à beira-mar não tinha qualquer significado especial.
Era apenas uma casa.
Ele a daria a quem quisesse.
Talvez com medo de que eu não concordasse, ele se apressou em fechar o meu cinto de segurança, segurando meus ombros com firmeza, prendendo-me em seu abraço.
Levantei os olhos, olhando para ele com indiferença, minha voz suave:
— Está bem.
Os olhos de Bruno ficaram mais profundos, e suas mãos, como se tivessem espinhos, se cravaram em minha pele, apertando cada