Bruno refletiu por um momento e então sorriu calmamente.
— Então tente ver se ainda consegue entrar em contato com ele.
Ele se virou para ir embora, mas depois de dar dois passos, parou novamente e olhou para trás, encarando-me com uma expressão quase compassiva.
— Pode sair.
Dessa vez, Bruno realmente foi embora. Sua silhueta escura quase se fundia com a escuridão da noite.
Corri apressada, e agarrei a parte de trás de sua camisa, balançando-a com força.
— Bruno, o que você fez com ele?!
Em te