Instintivamente, levantei a mão para cobrir o pescoço, mas já era tarde.
Bruno, como se já soubesse que eu faria esse movimento, interceptou meu braço no meio do caminho.
Meu pulso delicado ficou preso em sua mão, a pele ao redor dos dedos dele já havia perdido a cor, ficando pálida. Ele estava segurando com muita força.
Seu olhar estava cheio de pavor, e eu tentei desviar, virando levemente o rosto e mordendo o lábio inferior com desconforto.
Eu não sabia exatamente como meu pescoço estava, ma