Eu, naturalmente, não iria com Bruno, mas não esperava que ele simplesmente agarrasse meu pulso, não me dando nenhuma chance de escapar. Ele me apressou:
— Não faça Maia esperar. Ela precisa descansar.
Minha mente estava atordoada, e eu praticamente fui arrastada por ele ao longo do caminho. Nunca imaginei que ele teria a audácia de fazer isso na frente de Maia.
Olhei para trás, vendo Maia ainda parada, atônita. De alguma forma, senti pena dela. Um homem como Bruno, ele realmente seria cap