Gisele, completamente desesperada, balançava a cabeça com força, suas mãos agitadas na frente do peito.
— Não, não fui eu! Foi ela, ela caiu sozinha!
Eu soluçava descontroladamente.
— Como eu poderia machucar meu próprio filho? É o meu filho!
Meu corpo tremia de tanto chorar, e Bruno segurou meu rosto com as mãos, e seus lábios frios tocaram minha testa em um gesto reconfortante.
— Ana, vamos ao hospital primeiro, conversamos sobre o resto mais tarde.
— Não! — Eu me debati em seus braços. — Eu p