O homem, sempre tão calmo e controlado, tremeu visivelmente.
Seu rosto escureceu, os lábios se moveram levemente, mas ele não disse nada.
Às vezes, o silêncio era a melhor resposta.
— Vá embora. Você me machucou até o limite, o que mais eu tenho a temer? — Fiz uma pausa, e as lágrimas nos meus olhos ainda não haviam secado, mas acabei rindo. — Bruno, agora não tenho mais medo de nada.
Dei um passo à frente, forçando-o a recuar até que ele pisou para fora da porta. Segurei a maçaneta, pronta pa