Quando cheguei ao hospital, Gisele estava deitada na cama, entretida com o celular. Comparada ao estado pálido e miserável de seu irmão no dia anterior, ela parecia estar com o rosto corado e cheia de vitalidade.
Endireitei a postura e a chamei com uma voz firme:
— Gisele Silva!
Ela estava tão concentrada no celular que, ao ouvir meu grito repentino, se assustou e quase pulou da cama.
Seu rosto logo ficou vermelho de raiva.
— Ana, o que você está fazendo aqui? Ouvi dizer que ninguém conseguia t