Meu pulso foi agarrado por Rui, e tentei me soltar, mas ele tinha muita força.
— Você vai me bater?
— Não quero falar com você. Solte-me! Saia daqui!
— Esta é a minha casa!
— Então se afasta, eu vou embora!
Rui de repente sorriu.
— Que crueldade! — Na fração de segundo seguinte, ele segurou minha mão e me pressionou na cama. — Ana, hoje não vou mais me importar. Prefiro que você me odeie para sempre do que permitir que você fique com o Bruno!
Nos seus olhos castanho-escuros, eu via