Meu olhar caiu sobre a mala preta ao lado da perna dele.
— Você não disse que não iria embora?
Bruno, com suas longas pernas, caminhou até a beira da cama e tentou acariciar o topo da minha cabeça, mas virei de lado, evitando seu toque.
Sua mão ficou no ar, retraindo-se de forma constrangedora.
— Sim, vou voltar.
Suspirei por dentro, sem saber ao certo o que estava sentindo.
Bruno, esse homem, era realmente irritante.
Quando eu já estava pronta para deixá-lo partir, ele vinha com esse