Eu me sentei sobre a cintura de Bruno, olhando para ele de cima.
Seu pomo de Adão subia e descia, e o desejo em seus olhos estava claro, mas ele não tinha pressa.
Sob a luz suave da lua, suas mãos firmes seguravam minha cintura, enquanto me observava de todos os ângulos, como se estivesse admirando seu brinquedo mais precioso.
Seus olhos negros, profundos como buracos negros, absorviam o brilho das estrelas. Nossos olhares se encontraram, e eu perguntei:
— Você quer de novo?
— Certo... — Ele s