Virei a cabeça e olhei para ele com um olhar inocente, despreocupada, perguntando:
— Por que mencioná-lo?
Então fiz uma expressão como se tivesse compreendido de repente:
— Da próxima vez, sou eu que vou te proteger?
Estendi a mão e belisquei a ponta do nariz de Bruno, imitando o jeito que ele costumava fazer comigo.
Bruno, no entanto, não era tão paciente.
Ele agarrou minha mão de repente, levando-a até seus lábios, e mordeu levemente, deixando uma marca redonda e precisa nas costas d