Essas ameaças, depois de tanto ouvi-las, já não me afetavam mais.
Cerrei os punhos, forçando-me a manter a calma.
— Embora eu não seja sua filha biológica, ainda te chamei de mãe por quatro anos...
Antes que eu pudesse terminar, ela me interrompeu com uma voz afiada:
— Fui boa com você porque esperava que cuidasse bem da Gisele. Já que não consegue fazer isso, então nem pense em continuar como esposa do Bruno!
Soltei uma risada suave.
— E quem você quer que ocupe meu lugar? A Maia?