A camisa branca de Bruno foi tingida de vermelho pelo sangue quase que instantaneamente.
Gisele, ora chorando com remorso, ora me lançando olhares cheios de ódio, deixava escapar uma risada horripilante de sua garganta.
Os garçons, atraídos pelo barulho, vieram correndo, pedindo desculpas humildemente. Se não fosse por mim mandá-los embora antes, esse acidente não teria acontecido.
Bruno parecia alheio à dor.
A aura fria que emanava dele contrastava com suas feições marcantes, completamente de