Com as mãos trêmulas, peguei meu celular e encontrei a foto de Gisele deitada na nossa cama, ao lado dele. Joguei o celular sobre a mesa, bem na frente de Bruno.
— Ou será que você acha que tem o direito de fazer isso porque a deixou dormir no nosso quarto, na nossa cama de casamento?
Minha explosão repentina de raiva parecia confundir Bruno. Ele me encarou em silêncio, com um olhar profundo e distante.
Ficou assim por tanto tempo que minha respiração agitada começou a se acalmar. Só então