— O quê? — Exclamei. — Não, você não pode parar, eu não me importo...
— Você vai se importar. — Ele repetiu, aparentemente seguro de si.
— Você me disse que desenvolveu uma espécie de... vício em acônito. — Eu disse. — Você vai sofrer sem ele.
— Sim. Eu enfrentaria sintomas de abstinência, mas foi só depois deste incidente que percebi o quão imprudente e egoísta eu fui. Acônito é perigoso — arrisquei minha vida ao tomá-lo, mas fiz isso porque não me importava em viver uma vida longa. Eu vivia