No momento em que ficamos sozinhos no nosso quarto, coloquei minha adaga na garganta dele.
— Eu te avisei. Eu disse que, se tentasse brincar com o que te contei, eu ia te matar.
Empurrei a adaga contra sua garganta, cortando-o levemente, e uma fina linha de sangue escorreu pelo seu pescoço, desaparecendo sob a roupa.
— Então me mate, Kaida.
— Não me provoque. — Avisei.
— Você não pode me matar, nem mesmo se quiser. Você só me tem nessa posição porque eu escolhi permitir.
Num piscar de olhos, ele