Apesar de todos os alarmes soando na minha cabeça, entrei e me sentei, exatamente como ele havia me pedido. Eu não sabia muitas coisas sobre esse homem, mas tinha certeza de uma: ele estava acostumado a ver suas ordens serem obedecidas.
— Uma bebida? — Ele ofereceu, servindo-me um copo de uísque.
— De onde eu venho, uma garota não bebe.
— Esta agora é a sua casa; em breve a Alcateia Amanhecer não existirá mais, então acostume-se. — Disse ele, passando-me o copo. Eu o peguei, mas não bebi.
— Sabe