Isadora chegou esbaforida ao ateliê, o coração martelando no peito. O salão era imenso e impecável, iluminado por luzes douradas que dançavam sobre catálogos abertos e manequins enfileirados. O cheiro sutil de flores frescas misturava-se ao perfume caro de Clarisse e Valentina, que estavam ali, sentadas lado a lado como duas rainhas prontas para o massacre.
— Até que enfim — Clarisse alfinetou, cruzando os braços e lançando um olhar cortante. — Nem pontualidade básica você consegue?
Isadora, se