Mundo de ficçãoIniciar sessãoAndar de um lado para o outro na sala da minha casa não estava a ajudar. O chão de madeira rangia sob os meus pés descalços, marcando o compasso da minha própria paranóia.
Tinha os braços cruzados sobre o peito, a tentar conter o tremor constante que se instalara nos meus ombros desde que saíra da agência. Na minha cabeça, o cenário repetia-se em loop: o caderno na gaveta, o elástico fora do sítio, o corte limpo onde as páginas com as passwords dos servidores espanhóis deviam estar.






