Capítulo 62

​• LOURENZO •

​O mármore da balaustrada estava gelado sob as minhas mãos, mas o meu sangue fervia a uma temperatura perigosa. A varanda do Museu Nacional d'Art de Catalunya estava mergulhada nas sombras, oferecendo-me o isolamento de que eu precisava desesperadamente. Fechei os olhos, puxando o ar noturno do Mediterrâneo para os pulmões, tentando apagar a imagem do olhar de Mateo a descer pelo corpo da Lya.

​Eu tinha passado a última hora a jogar o jogo corporativo perfeito. Tinha apr
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