Mundo de ficçãoIniciar sessãoO som das portas de vidro a deslizarem atrás de nós pareceu o bater de uma cela. Dei por mim a inspirar o ar carregado de cedro, tentando manter a coluna tão reta quanto as sebes que tinha visto lá fora. Lourenzo não me largou, a mão dele nas minhas costas era um lembrete constante de que eu não estava sozinha naquele aquário de tubarões.
— Lourenzo, meu querido. Finalmente. — A voz da mulher era como veludo, quente e suave.Leonor Villar levantou-se do sofá com uma graça que fazia






