Mundo de ficçãoIniciar sessãoA manhã de sexta-feira na agência de Sintra parecia decorrer num universo paralelo. Enquanto o meu estômago dava nós ao pensar no Solar dos Villar, a vida ali continuava com a sua pacatez habitual. O som das impressoras, o cheiro a café e a luz suave que entrava pelas janelas coloniais eram o meu porto de abrigo, mas hoje, eu sentia-me uma intrusa no meu próprio refúgio.
— Lya! — Marta, da contabilidade, passou pela minha secretária com um molho de faturas na mão. Ela parou e ajustou os






