Mundo de ficçãoIniciar sessão• LOURENZO •
O conhaque queimava-me a garganta, mas o incêndio que me consumia por dentro era alimentado por algo muito mais volátil do que álcool. Sentado naquela mesa VIP, rodeado por homens que discutiam milhões como se falassem do tempo e com a mão gélida da Alice pousada no meu braço, eu sentia-me um impostor na minha própria vida. Os meus olhos estavam fixos, no reflexo do espelho atrás do bar, captando cada milímetro de movimento da Lya.Ver o Miguel tocar-lhe na mão foi






