O som dos sinos de guerra de Obsidian não era apenas um alerta; era um lamento de metal que vibrava nos ossos de cada ser vivo dentro das muralhas. Mariane corria pelos corredores de pedra negra, o coração martelando contra as costelas. Aidan, em seus braços, estava estranhamente silencioso, seus olhos dourados fixos no vazio, refletindo uma luz que não vinha das tochas apressadas nas paredes.
— Rainha Mariane! Por aqui! — Kael surgiu de uma das passagens laterais, acompanhado por quatro guer