O Palácio de Obsidiana, outrora um monumento ao terror e à opressão, respirava agora um ar diferente. O cheiro metálico de sangue e a névoa narcótica do Jardim das Delícias Dolorosas haviam sido varridos por um vento frio de renovação. O silêncio que se seguiu à queda de Marcus não era de paz, mas de expectativa. Nos corredores de mármore negro, os rebeldes — agora chamados de Guardiões da Prata — limpavam os vestígios da tirania, enquanto a população civil de lobos olhava para as janelas do p