As portas de obsidiana do Salão do Trono eram monumentos à tirania de Marcus Blackwood. Eram mais altas do que as árvores mais antigas do Vale dos Esquecidos, adornadas com esculturas de lobos em agonia e símbolos de poder ancestral. Ao serem abertas pelos rebeldes, revelaram um interior tão sombrio quanto se esperava. O salão era um vazio cavernoso, iluminado por velas de sebo que dançavam em candelabros de ossos e projetavam sombras grotescas nas paredes forradas de pele humana.
No centro,