Fechei a porta do quarto.
Encostei nela.
Silêncio.
Respirei fundo.
— “Estatisticamente improvável”?
Pausa.
— Quem responde isso?
Andei até a cama.
Sentei.
Meu cérebro tentando processar.
Sem sucesso.
Porque o problema não era só o que ele falou.
Era o jeito.
Calmo.
Baixo.
Natural demais.
Como se...
Não.
Interrompi o pensamento imediatamente.
— Não vamos fazer isso.
Levantei rápido.
Peguei roupa.
Banheiro.
Água.
Urgente.
Entrei no chuveiro.
Á