O apartamento estava silencioso.
De novo.
Mas agora?
O silêncio parecia observar.
Julgar.
Planejar meu colapso psicológico com antecedência.
Fechei a porta.
Nathan passou por mim.
Calmo.
Como se dividir um quarto por um fim de semana fosse uma atividade normal de terça-feira.
Psicopata.
Joguei a bolsa no sofá.
— A gente precisa ensaiar.
Ele tirou o relógio.
— Já começamos.
— Não, eu digo ensaiar de verdade.
— Isso seria estranho.
— Isso já é estranho.
Ponto.