O silêncio ficou.
Pesado.
Curioso.
Perigoso.
Nathan ainda estava parado na porta.
Notebook na mão.
Calmo.
Irritantemente calmo.
E eu?
Claramente sem qualquer instinto de sobrevivência.
Porque em vez de deixar pra lá—
eu perguntei de novo:
— O que ela perguntou?
Pausa.
Ele me observou por meio segundo.
Como se estivesse decidindo.
Erro número um.
Porque Nathan decidindo coisas nunca era tranquilizador.
— Nathan.
— Você insiste muito em perguntas perigosas.
— E você foge dema