A música começou.
Lenta.
Elegante.
Daquelas que obrigavam as pessoas a diminuírem o ritmo.
Ao redor, casais ocupavam a pista.
Conversavam.
Sorriam.
Dançavam.
Nathan estendeu a mão para mim.
— Vamos.
Olhei para a mão dele.
Depois para a pista.
Depois para ele.
— Você dança?
Um pequeno sorriso.
— Minha mãe me obrigou durante anos.
Ri baixo.
— Claro que obrigou.
Coloquei minha mão na dele.
Quente.
Firme.
Ele me conduziu até o centro da pista com uma naturalidade irritante.
Pa