Tentei amuar no quarto.
Não por birra infantil, mas por exaustão emocional. Havia alguma coisa em mim que precisava de silêncio, de espaço, de uma decisão que não fosse reação a ele. Deitei-me sobre a cama larga demais, o teto branco demais, o ar limpo demais para um corpo que ainda vibrava de raiva contida, como se a discussão anterior tivesse ficado presa sob a pele, sem encontrar saída.
Mas a ilha não colaborava.
O som das ondas atravessava tudo. Não era alto. Era constante. Um ritmo l