Capítulo 12 – Tempestade em Silêncio
Ponto de Vista: Helena Duarte
Na porta do meu apartamento, tudo o que restava de mim era o orgulho.
O vestido vermelho ainda colava ao corpo, como um lembrete incômodo da noite que deveria ter sido mágica. Mas, ao invés disso, fui apresentada ao fantasma que Dante jurou ter enterrado.
Literalmente.
Joguei os sapatos longe, tirei o brinco com raiva e me joguei no sofá. O celular vibrava, insistente. Dante. De novo.
Desliguei.
Se ele achava que podia administr