A manhã nasceu com a leveza de um suspiro. Os Alpes suíços emolduravam a paisagem pela janela do chalé, mas o que Lorenzo não conseguia desviar o olhar era o corpo pequeno e aconchegado ao seu lado. Isadora dormia com uma expressão tranquila, os lábios entreabertos, a respiração ritmada. Pela primeira vez, ele não sentia vontade de levantar da cama para se esconder atrás das paredes do controle. Pela primeira vez, ele apenas queria ficar.
Mas era Lorenzo. E Lorenzo não ficava.
Ou, pelo menos, n