O dia amanheceu frio, com os Alpes suíços ainda cobertos por um manto branco e silencioso. A lareira do chalé crepitava suavemente, espalhando um calor acolhedor que contrastava com o turbilhão dentro de Isadora. Ela estava acordada havia algum tempo, deitada ao lado de Lorenzo, observando seu rosto sereno sob a luz tênue da manhã. Pela primeira vez desde que tudo começou, ela sentia que não havia mais para onde correr.
Decidiu, ali naquela cama, que não fugiria mais. Não fugiria do que sentia.