74. Um Dia de Domingo
ISADORA
Finalmente acordei com o som da galinha cacarejando. Espreguicei-me e, ao virar, bati em um corpo deitado a meu lado. Pulei da cama, quase caindo, com receio de descobrir quem era.
Tratava-se de Valentina. Puxei o lençol, reclamando:
— O que é isso? Quem te deu o direito de se deitar aqui?
Ela apertou os olhos, puxando o lençol de volta.
— Direito? Se fosse direito, eu não usufruiria. Mas foi dever, tá? “Seu único trabalho é a segurança da Gazela”, Lorenzo deixou isso bem claro.
Sentou-