38. Sem Direito à Ressaca
"Quando cheguei aos seios de Isadora, beijando seus mamilos grandes e empinados, meu celular tocou em meu bolso. O tirei e o joguei longe. Ele tocou de novo, no mesmo volume. Peguei uma marreta debaixo da mesa e corri atrás dele. Quanto eu mais tentava alcançá-lo, mais longe ele estava.”
Então, acordei: sozinho na cama, sentindo uma doída ereção. Embora a imagem de Isadora fosse tão vívida, ela não dormia ao meu lado. Meu celular tocou de novo.
“Nem direito à ereção matinal, ao sonho, à ressaca