114. Ferida Aberta
ISADORA
Sempre odiei a sensação que surgia depois de eu tomar remédio para me acalmar. Apaguei, mas não por tempo suficiente para descansar. Acordei pouco tempo depois, sem muita ideia de onde estava, de que horas eram, do que realmente aconteceu.
— Lorenzo… não — deixei escapar entre meus lábios semicerrados.
— Amiga, você acordou? — a voz era de Mila.
Ouvi um barulho de passos além dos dela. Abri os olhos.
Camila sentava-se à minha cama, a meu lado. Ginevra catava as coisas que eu quebrei.
O