O vento ainda soprava com intensidade quando Clara voltou para casa, com as palavras do homem desconhecido reverberando em sua mente. A sensação de alívio, ainda que temporária, estava latente. Ele tinha razão: ela não estava sozinha e, acima de tudo, não precisava continuar sendo refém das escolhas feitas por outros, mesmo que fosse algo tão complexo como um casamento forçado.
Ao entrar em casa, o ambiente estava tranquilo, mas Clara sentia que a pressão de sua decisão estava apenas começando