O pânico foi um soco direto no meu estômago. A garagem, o carro, o calor da pele de Victor — tudo desapareceu, substituído pela imagem do meu irmãozinho lutando pela vida em uma cama fria de hospital.
— Não... — o sussurro escapou dos meus lábios antes que eu pudesse conter, minha voz quebrando em um fio de desespero. — O Lucas não...
Eu já estava empurrando a porta do sedã antes mesmo que o motor estivesse completamente desligado. Meus pés descalços tocaram o concreto gelado da garagem, mas eu