Ajustei a gola do casaco para me proteger do ar gelado do quarto VIP. Olhei uma última vez para Victor, que dormia em um sono pesado e induzido pelos remédios, e depois pela fresta da porta, onde Arthur e mais dois seguranças mantinham o olhar fixo no corredor.
— Arthur — chamei baixinho, chamando a atenção do chefe de segurança. — Vou até a cafeteria do térreo pegar um chá. Por favor, não saiam da porta do Victor nem da do Lucas por segundo nenhum.
— Pode deixar, Sra. Sterling. O perímetro do