O ar do quarto pareceu congelar instantaneamente. Olhei para a tela do celular e depois para o rosto de Victor, sentindo um arrepio gélido percorrer minha espinha. A frase brilhava na tela com a ameaça implacável de uma sentença de morte: "Eu te ajudei a escapar da morte uma vez. Dessa vez, eu não irei."
— Victor... — minha voz saiu falhada, quase sem som. — De quem é isso? O que significa?
Victor continuava encarando o visor, a mandíbula tão trancada que os músculos do seu rosto sobressaíam. A