51. Ciúme ou Posse?
“Liz Bianchi”
Continuo imóvel, mesmo quando Ettore dá meio passo para o lado, como se nada tivesse acontecido.
Como se não tivesse acabado de sussurrar no meu ouvido uma daquelas frases que fazem o corpo inteiro responder.
Ele sorri. Aquele maldito sorriso de canto, cheio de certeza do efeito que tem sobre mim. De que pode usar isso como arma, da forma mais cruel e excitante possível.
Dou um gole no champanhe, tentando recompor a dignidade, mas é inútil. A taça está gelada. Meu corpo, ne