11. Sinceridade Repentina
Dou as costas para Chiara, determinada a encontrar Ettore e finalmente contar a verdade que guardei por tanto tempo.
Mas, quando minha mão toca a maçaneta da porta, a voz dela me detém.
— Vai mesmo contar para ele? — pergunta num tom baixo, quase casual. — Parece que você está se esquecendo do que assinou, não é?
Congelo com suas palavras. Meus dedos ainda seguram a maçaneta enquanto viro lentamente para encará-la.
A dúvida ainda brilha em seus olhos, mas é o sorriso que ela esboça que faz