Desperto com alguém batendo na porta e uma voz angelical dizendo:
— Papai, chê tá aí? Abe a pota.
Dou um pulo da cama no susto, puxo o lençol todo pra mim e me cubro.
— Droga, que horas são?!
Digo desesperada.
Bêh se senta na cama ainda completamente nú e tenta me acalmar.
— Calma, ainda é cedo.
Mas voltamos a ouvir o pequeno chamar.
— Paiiii... Abe.
— Já vou abrir meu amor.
Me levanto da cama e começo a caçar minhas roupas e me dou conta que minha blusa ficou na sala.
— Droga, minha