Depois de uma hora eu fui solto, corremos para o hospital, cheguei na recepção e já dei meu nome e o da Isa na recepção.
— Hunnn... A atendente resmunga e me olha com pesar, meu coração quase para. —A paciente não está autorizada a receber visitas...
— É o que? Eu não estava acreditando. — Eu sou o pai das crianças, eu sou o marido dela!
— O senhor tem a certidão que comprove que é esposo dela?
A mulher pergunta.
— Eu não sou casado de papel, mas moramos juntos... Respiro fundo já bolado.