O quarto estava em meia penumbra, iluminado apenas pela luz suave do abajur. Alessandro permanecia sentado ao lado de Cristina, segurando sua mão como se nunca fosse soltar. O beijo ainda ecoava entre eles, mas havia algo preso na garganta dela que precisava sair.
— Alessandro... — começou, com a voz baixa, quase um sussurro. — Quando eu estava em coma, eu não ouvia tudo claramente... mas sentia. E, por muitas vezes, eu pensei que não voltaria.
Ele a olhou com atenção, os olhos fixos nos dela,