Naquele dia, Fábio entrou cedo no orfanato, mais uma vez com seu disfarce impecável de novo funcionário. O sorriso gentil e a postura tranquila escondiam a tensão que carregava. Ele sabia que cada passo precisava ser calculado.
Durante a manhã, enquanto ajudava a organizar o material de limpeza nos corredores e nos dormitórios, percebeu novamente os quartos trancados que havia notado anteriormente. O choro abafado da criança soava ainda em sua mente. Agora, ele estava determinado a descobrir o