Sofia caminhava de um lado para o outro na sala de estar, as mãos inquietas torcendo o pano de prato que havia trazido da cozinha sem perceber. O céu, já encoberto, deixava o ambiente mais sombrio, e aquele aperto em seu peito só aumentava.
— Sofia, senta um pouco. — Augusto pediu, preocupado, observando a esposa com a mala pequena ao lado da porta. Ele havia preparado tudo, caso fosse necessário levá-la ao hospital. — Você está pálida, isso não me parece apenas ansiedade.
Ela suspirou fundo, o